Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

P.A.C. Man

Há quem considere videojogos produções febris de uma indústria alicerçada no delírio juvenil, com constante bombardeamento sensorial e histórias baseadas em clichés supérfluos e com a espessura da minha folha de salário, mas é apenas uma questão de percepção das diferentes camadas  de contexto, conhecimento das variadas estruturas de composição, e assimilação da simbologia metafórica.

 

Afinal, o Pac-Man nunca foi acerca de um bicharoco amarelo a ser perseguido por fantasmas enquanto comia bolinhas, mas sim o drama de um astronauta acossado pelos espíritos dos que morreram para lhe permitir continuar a missão, e  se refugia nos ansiolíticos enquanto vaga perdido nos espaços por entre sistemas solares. Se isto era apenas um dos primeiros video-jogos, imagine-se a profundidade que  pelos nossos dias qualquer Gordon Freeman pode alcançar.

 

 

Através do Travis Pitts

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publicado por Rui às 23:20
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1 comentário:
De Capitão Paradoxo a 22 de Novembro de 2009 às 01:13
We all know games and comics are underrated.

Sincerely,

Cpt. Paradoxo


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